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Quais as melhores práticas de pulverização?

Um dos maiores benefícios de atuar na melhoria de uma operação está no controle dos recursos utilizados. Na pulverização isso não é diferente, visto que a má gestão e falta de atenção aos detalhes pode se tornar um prejuízo a longo prazo.

Quais as melhores práticas de pulverização?

Pensando nisso, é importante conhecer as boas práticas disponíveis para o controle de pragas. Na sequência estão conceitos importantes para garantir maior eficiência na pulverização:

Segurança

Um dos pilares de qualquer operação de qualidade requer atenção para a segurança dos envolvidos. No caso da pulverização, a utilização de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) deve estar presente desde as primeiras etapas do processo, como a formação da calda e da calibração do pulverizador, até os momentos finais, como os momentos após a prática, de lavagem e manutenção do maquinário.

Identificação da praga

Uma das etapas de planejamento do controle da praga se refere a sua identificação. Afinal, é a partir desse detalhamento que as definições de maquinário e ativos necessários serão seguidas. As pragas podem ser insetos, fungos ou plantas indesejadas, e cada grupo possui suas especificidades de atuação.

Local de ocorrência

O mapeamento do local é de extrema relevância para que a pulverização tenha maior eficiência no controle do alvo. Isso não só dará as dimensões do espaço, como também indicará qual modo de atuação é mais adequado e quais são as condições climáticas presentes.

Tipo do produto

Com relação ao tipo de produto empregado ocorre uma diferenciação de acordo com o modo de atuação do químico, podendo ser sistêmico ou por contato. No primeiro caso, o produto se desloca dentro da planta, enquanto no segundo isso não ocorre, afetando a cobertura necessária, que é menor para a ação sistêmica.

Qualidade da água

Um dos componentes principais do preparo da calda é a água, que serve como ponte para o ativo chegar em seu alvo. Além disso, a qualidade da água é diretamente proporcional ao desempenho do agroquímico utilizado. Isso porque fatores como pH, salinidade e turbidez afetam os processos químicos envolvidos. Não conhecer a procedência da solução aquosa pode acarretar em desperdício de tempo e produto.

Alvo

O correto combate de pragas e doenças ocorre com o conhecimento detalhado do alvo. Isso deve ser feito em termos de tempo e espaço, de modo a estimar a quantidade de produto necessário e evitar volumes em excesso ou insuficientes. Ademais, o estudo biológico do alvo também será importante para entender em que estágio o agroquímico terá maior eficácia.

Momento da aplicação

Para garantir que todas as boas práticas aplicadas tenham de fato efeito é importante também cuidar com o momento da aplicação, que deve acontecer quando a praga que se deseja combater já atingiu um nível de ataque máximo. Esse controle é feito pelo monitoramento constante da produção e indica o máximo que o plantio suporta, sem perdas de produtividade. 

Equipamento

Tão importante quanto planejar o momento da pulverização, é utilizar os equipamentos corretos para se obter os resultados desejados. A partir disso, é necessário regular alguns parâmetros como volume de aplicação, distância que será percorrida e quantificar a quantidade de produto que será empregada. Ainda antes da pulverização, é preciso conferir se o equipamento não possui vazamentos, bicos entupidos ou peças com defeitos. A calibração da deposição é outra etapa importante, pois define velocidade da operação, qualidade do processo e realiza alterações necessárias.

Fatores ambientais

Existem alguns parâmetros que interferem diretamente na qualidade da pulverização e são de extrema importância para se evitar perdas. O primeiro deles é a velocidade do vento registrada, que deve estar entre 3 e 10 km/h para não prejudicar a distribuição do agroquímico. Além disso, temperaturas acima de 30ºC diminuem a umidade relativa do ar, que deve ser de no mínimo 55%, causando rápida evaporação do produto. Como estratégia, o mais recomendado é utilizar equipamentos para monitorar essas condições ambientais e garantir que a pulverização seja feita no melhor momento.

Kuhn do Brasil

Para garantir a eficiência do processo, o primeiro passo é contar com equipamentos de qualidade. A Kuhn do Brasil possui em seu catálogo os pulverizadores certos para reduzir os custos de intervenção nas lavouras. As opções se dividem nas categorias agrícola ou para vinhedos e pomares. O primeiro grupo conta modelos montados, rebocados ou autopropelidos, com características personalizadas para cada situação.

Maiores informações sobre cada maquinário é possível encontrar clicando aqui.

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